Novo protocolo muda o tempo de jejum para exame que avalia deficiência de hormônio (IGH) de crescimento em crianças com baixa estatura

A Dasa reforçou seu caráter inovador e científico ao apresentar 58 trabalhos no 71st AACC Annual Scientific Meeting & Clinical Lab Expo, que acontece entre 4 e 8 de agosto, na Califórnia, USA.

 

A produção científica do corpo clínico da Dasa para o congresso mais importante de análises clínicas é dividida em: 33 pôsteres na área de bioquímica clínica, imunoensaios e hematologia; 11 nas áreas de genética e biologia molecular, 11 de infectologia e microbiologia e 3 de gestão laboratorial.

 

Dentre os 58 pôsteres, os principais destaques são: um trabalho que indica o papel da dosagem da carga viral de febre amarela como fator prognóstico, que ajuda a definir a conduta de tratamento. Outro trabalho relevante é o pôster sobre uma nova variante, do tipo germinativo, detectada por sequenciamento de nova geração e relacionada com neoplasia mieloproliferativa – doenças de células-tronco que progridem para fibrose medular ou diferentes tipos de leucemias.

 

“A prática clínica traz as perguntas que fomentam a produção científica do nosso corpo clínico, com resultados aplicados, que muitas vezes impactam mudanças de podem ser de protocolo de coleta a processos de gestão, com ganhos diretos para nossos pacientes”.

Gustavo Campana, diretor médico da Dasa. 

 

Pôster premiado - AACC 2019

 

Um dos pôsteres foi premiado como melhor abstract de endocrinologia: “Endocrinology Division’s 2019 Best Clinical Abstract Award”, um trabalho tão importante que mudou o protocolo nos laboratórios da Dasa. Trata-se do teste de estímulo do hormônio do crescimento (IGH), o exame mais realizado no Brasil para avaliar deficiência do hormônio em crianças (acima de 15k, com aproximadamente cinco anos) com baixa estatura.

 

O novo protocolo otimiza os processos, diminuindo a necessidade de tempo de jejum (de 10h para 8h no total), além de garantir mais conforto e diminuir os efeitos colaterais para as crianças, como irritabilidade, sono e pressão baixa. O principal achado é que a alimentação na hora certa, depois de 30` de medicação, não interfere na absorção e nos resultados do exame.

 

“É um exame difícil porque é demorado para realizar (1h30) e as crianças são mais frágeis, sofrem mais com fome, sono e, muitas vezes, precisam ser medicadas após o exame. O novo protocolo diminui esses impactos e dá mais conforto”

Yolanda Schrank, endocrinologista da Dasa e autora do estudo.

Tags
  • aacc
  • produção científica
  • IGH