Docway: Ao invés de ir ao pronto-atendimento, o paciente conta com a telemedicina para ser atendido no conforto de casa. Hospitais são desafogados de casos de baixa complexidade, médicos conhecem o ambiente do paciente e ganham renda extra.

Uma solução digital que beneficia todo o sistema de saúde, público e privado. A Docway permite que o paciente de emergência de baixa complexidade seja atendido em casa e, em 90% dos casos, não precise ir a um pronto socorro. A facilidade para o paciente representa um impacto em larga escala, desafoga o pronto atendimento dos hospitais, reduz custos e tempo de atendimento. São mil atendimentos em 360 cidades em todas as regiões do Brasil.


“Se eu que estou doente, por que o médico não pode vir até mim?”, perguntou a pequena Beatriz, na época com cinco anos, naquele momento delicado de ser levada ao pronto atendimento. Foi o gatilho para Fábio Tiepolo, pai de Beatriz e fundador da Docway. O estudo começou ouvindo outros pais da escola e a comunidade de amigos. A necessidade era clara. Depois de trabalhar 18 anos na indústria de saúde, Fábio criou um mercado. Triagens e consultas via vídeo para clientes de seguradoras de saúde.



A história começou em 2015 em Curitiba e há um ano conta com o apoio da Dasa na área de saúde do Cubo. “A saúde é construída com base em reputação e leva tempo. A Dasa traz uma chancela que valida nossas ações e acelera a construção de imagem”, explica Fábio, experiente na área. A ideia, explica, é continuar trabalhando a telemedicina conforme o avanço das regulamentações e auxiliar cada vez mais os pacientes a utilizarem a conveniência dessas ferramentas.


A Docway atua com as especialidades médico da família, pediatria, geriatria e clínica médica. Para os profissionais, além de uma consulta melhor remunerada, é uma oportunidade de conhecer o ambiente do paciente e fazer uma consulta mais intimista. O modelo de negócio é B2B2C porque também tem integração direta com as seguradoras.  E em todas essas verticais, número de pacientes, atendimentos e faturamento, o crescimento é de 100% desde a fundação.  A perspectiva, portanto, é que os 30 funcionários dobrem para 60, máximo permitido no Cubo, em breve.  “O grande objetivo é ter o reconhecimento das empresas e público geral como uma startup que contribui com o sistema de saúde”,  estima Fábio.


Proposta de valor da startup

Problema
Pacientes com problemas de baixa complexidade precisavam ir ao pronto-atendimento para receber orientação ou direcionamentos.


Solução
Aplicativo permite triagens e consultas de vídeo para o paciente com seguro saúde ter a conveniência de ser atendido sem sair de casa.


Resultados
1 mil atendimentos virtuais por mês em mais de 360 cidades pelo país; 90% destes pacientes não precisaram mais ir a um pronto-socorro. Desafogamento da porta de entrada do sistema de saúde público e privado.

Tags
  • startup
  • startups de saúde
  • Inovação
  • Healthtech