O Alzheimer é a causa mais comum de demência, responsável por cerca de 60 a 70% dos casos em todo o mundo. No Brasil, estima-se que aproximadamente 1,8 milhão de pessoas vivem atualmente com algum tipo de demência, número que pode chegar a 5,7 milhões até 2050, em função do envelhecimento populacional. O Relatório Nacional sobre Demência (2024) apontou que 8,5% da população idosa brasileira já convive com a doença, e projeta-se que até 4 milhões de brasileiros possam ter Alzheimer em 2050.

Além do impacto humano, a carga econômica é expressiva: custos diretos e indiretos podem ultrapassar R$ 200 bilhões anuais até 2050, segundo estimativas nacionais. Esse cenário reforça a necessidade de estratégias que unam diagnóstico precoce, acesso a terapias inovadoras e fortalecimento das redes de cuidado. A chegada do donanemab (Kisunla®), aprovado pela ANVISA em 2025, marca uma nova etapa no enfrentamento do Alzheimer precoce no país, oferecendo perspectivas de tratamento modificador da doença em pacientes criteriosamente selecionados.

 

Donanemab no Brasil: avanços e desafios no tratamento do Alzheimer inicial

Dr. Diogo Haddad - Médico Neurologista

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