A realização de procedimentos médicos invasivos representa um dos desafios mais significativos na assistência à saúde de indivíduos, especialmente crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Estes podem apresentar diferenças sensoriais, dificuldades de comunicação e de regulação emocional e, consequentemente, maior ansiedade em ambientes de saúde, o que pode aumentar a dificuldade na execução de procedimentos relacionados aos seus cuidados, incluindo a coleta de sangue.1

Por outro lado, há evidências na literatura de que indivíduos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) apresentam maior risco, em comparação à população geral, tanto de transtornos psiquiátricos quanto de condições crônicas como epilepsia, diabetes, dislipidemia e doenças cardiovasculares. Portanto, o acompanhamento clínico e a realização de exames diagnósticos (de imagem ou laboratoriais) são elementos essenciais no cuidado integrado à saúde desses indivíduos.2

 

O relógio puberal no autismo e a importância da atenção individualizada

Autoras: Dra. Maria Helane Gurgel e Dra. Marianna Menezes Maia

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Boas Práticas e Cuidado Humanizado na Realização de Exames Diagnósticos em Pacientes com Transtorno do Espectro Autista (TEA)

Autores: Dr. Tarcizio Brito Santos e Dra. Maria Claudia Nunes dos Santos Pereira

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Referências

1. Hirota T, King BH. Autism Spectrum Disorder: A Review. JAMA. 2023;329(2):157–168. doi:10.1001/
jama.2022.23661.


2. Dhanasekara CS, Ancona D, Cortes L et al. Association Between Autism Spectrum Disorders
and Cardiometabolic Diseases: A Systematic Review and Meta-analysis. JAMA Pediatr.
2023;177(3):248–257. doi:10.1001/jamapediatrics.2022.5629