Os transtornos do espectro autista (TEA) são extremamente comuns. Para se ter uma ideia de quão impactante o autismo tem sido para as sociedades, estima-se que uma em cada 68 crianças americanas
apresente alguma desordem do espectro autista. Muito embora a fisiopatologia do autismo ainda não seja bem compreendida, há consenso quanto à sua origem poligênica.

Um grande estudo multinacional avaliou mais de 2 milhões de crianças e estimou uma taxa de hereditariedade da ordem de 81%.¹  Assim, nesse complexo cenário genético relativo à etiopatogenia do TEA, é importante lembrarmos que se estima que mais de 90% das pessoas acometidas possuem pelo menos uma variante genética que pode impactar na escolha de algum medicamento ou na dose a ser administrada.²

Confira o artigo científico Dasa Educa sobre o tema:

Teste farmacogenético para pacientes com transtorno do espectro autista: quais os benefícios?
Dr. Leandro Brust
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Referências:

1. Association of Genetic and Environmental Factors With Autism in a 5-Country Cohort. Bai D, Yip BHK, Windham GC, Sourander A, Francis R, Yoffe R, Glasson E, Mahjani B, Suominen A, Leonard H, Gissler M, Buxbaum JD, Wong K, Schendel D, Kodesh A, Breshnahan M, Levine SZ, Parner ET, Hansen SN, Hultman C, Reichenberg A, Sandin S JAMA Psychiatry. 2019;76(10):1035.

2. MOC C. Pharmacogenomics: an evolving clinical tool for precision medicine. Cleveland Clinic journal
of medicine. 2020 Feb;87(2):91